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Ainda dá tempo de proteger a sua empresa: conheça 5 tendências de cibersegurança para 2022

A pandemia impulsionou os modelos de trabalho híbrido e remoto, enquanto as vulnerabilidades trazidas por esse tipo de acesso às redes das empresas fizeram os crimes virtuais aumentarem. No primeiro semestre de 2022 os ataques virtuais continuaram em alta e, por isso, a segurança no mundo digital está ocupando o centro das preocupações de organizações de todos os portes no Brasil.


Afinal, é no mínimo ingênuo pensar que, à medida que as tendências de cibersegurança se tornam cada vez mais complexas e eficientes, os crimes virtuais não evoluiriam na mesma medida. Por isso, é hora de investir em estratégias de prevenção e proteção, com agilidade e inteligência, para garantir a segurança da sua corporação.


Continue a leitura para conhecer 5 importantes tendências de cibersegurança válidas para a segunda parte do ano que vem pela frente!

1. Sua empresa deve estar em dia com a LGPD


Depois de 2021, um ano com inúmeros vazamentos de informações e ataques por ransomware, 2022 chegou com uma necessidade clara para as empresas do Brasil: é preciso se adequar à Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD). Com atenção às normas exigidas na Lei, sua empresa estará um passo à frente em segurança da informação, privacidade dos dados e ainda terá uma operação sólida e menos propensa a ter vulnerabilidades técnicas que podem resultar no roubo de informações ou na implantação de ransomware na rede da corporação.

2. Aposte na segurança em cadeia


Em tempos de alta de crimes cibernéticos, é impensável achar que você estará seguro protegendo apenas a parte do universo virtual que vive dentro da sua empresa. É preciso garantir que seus parceiros (fornecedores, prestadores de serviços etc) tenham o mesmo nível de proteção.


Afinal, os cibercriminosos estão evoluindo em técnicas e formas ilegais de abordagem. Por isso, devemos ter em mente que se eles quiserem que a sua empresa seja uma vítima, vão procurar uma boa vulnerabilidade, que pode estar dentro ou fora dela.

3. Contratar o Bug Bounty é uma boa opção


Nesse mesmo cenário que já detalhamos de alta de crimes virtuais, a gestão de riscos se torna essencial. Enxergar suas vulnerabilidades é uma ótima forma de poder resolvê-las e estar protegido contra ataques.


Pensando dessa forma surgiu o Bug Bounty, um programa de recompensas por identificação de falhas na rede da sua empresa. Com uma equipe de hackers e especialistas, a solução encontra brechas na sua segurança para que você possa combatê-las o quanto antes.

4. Invista na Inteligência Artificial


À medida que a tecnologia evolui, as técnicas dos cibercriminosos também se tornam mais complexas utilizando, inclusive, recursos de Inteligência Artificial (IA). As tentativas de fraude ao reconhecimento facial e aplicação de golpes envolvendo deepfake para solicitar transações financeiras são cada vez mais frequentes.


Porém, a tecnologia da IA também pode ser utilizada como uma importante barreira contra ataques cibernéticos. É possível usar algoritmos para detectar ameaças em potencial, que emitem notificações em tempo real e tem baixíssimas chances de falhas, por exemplo.

5. O básico também é importante


É comum que empresas invistam em soluções extremamente complexas de cibersegurança, enquanto deixam pontos simples e essenciais de lado. Mas é claro que isso não pode acontecer.


Da mesma forma que se adequar à LGPD é necessário, há outras práticas consideradas básicas que dão origem à “fundação” da segurança virtual de qualquer empresa. Estamos falando da adoção de uma infraestrutura de cloud computing, treinamento para conscientização de colaboradores e implementação de políticas efetivas em todos os processos e projetos da corporação.


Além disso, como já citamos por aqui, é importante que as empresas se dediquem à implementação de ações preventivas, como tecnologias que colaborem na identificação de vulnerabilidades e riscos aos sistemas, aos seus dados e, inclusive, à operação.


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